não volta, não volta!
não nos cansa, não descansa!
pára com isto de olhar
fala, fala!
diz com palavras
diz o que queres, mesmo que ainda não saibas
esquece-se, esquece-se o medo dos olhos que avaliam
pára, pára de se criar, recriar
pára, pára!
pára para o quê?
pára, pára!
esquece-se de ti.
e parou.
segunda-feira, 12 de março de 2012
eu bati à porta
eu.
eu bati à tua porta
p’ra deixares de ser torta
p’ra deixares o ar-ar
ouço.
ouço o vento a conversar
tua voz se acalmar
o silêncio atrapalhar
tu.
tua porta já bateu
sonho se desvaneceu
acabou de dorminhar
abre.
abre só uma janela
abre só só só a ela
p´ra acalmar olhos alheios
olha.
olha- olha-olha à frente
pensa agora com palavras
que é para se comunicar
vai.
vai, vai sim
deixa saudade
e cultiva esta saudade
que é pra voltares mais bonita
nós.
cansamos de interpretar
estas dúvidas no ar
que te levam a vo-ar
queta
eu bati à tua porta
p’ra deixares de ser torta
p’ra deixares o ar-ar
ouço.
ouço o vento a conversar
tua voz se acalmar
o silêncio atrapalhar
tu.
tua porta já bateu
sonho se desvaneceu
acabou de dorminhar
abre.
abre só uma janela
abre só só só a ela
p´ra acalmar olhos alheios
olha.
olha- olha-olha à frente
pensa agora com palavras
que é para se comunicar
vai.
vai, vai sim
deixa saudade
e cultiva esta saudade
que é pra voltares mais bonita
nós.
cansamos de interpretar
estas dúvidas no ar
que te levam a vo-ar
queta
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