Ah, o que é
Por quê?
Decisões, vidas crescidas
Tem já de ser maduras
Mas, por que isso de ter?
Estamos aí, em fases de curas
Em fases de saudades
De querer não reviver
De querer não pensar
Lembranças
Já não lembramos
Lembramos
Criamos planos
Planos de posturas, de ações
Para como num gole, esquecer
Vida vem
Vem vida
Vem ida
Bem vida
Bem vinda
Ah, por que isso de coração?
Existe a mente que pensa, imensa, imersa
Não coração
Há mente traiçoeira
Que entra com memórias
Como um ladrão invadindo - não ocupando
A casa
Foi e não é
Paramos de ouvir música clássica
E de ver gentes engravatadas
Pomos esperanças no setembro
Setembro passará, sem notícias
Mas setembro, apenas desespero
Por afetos, por tetos seguros na casa
Do outro lado da rua alguém volta o olhar seco
Para a casa
E lembra, de forma já quase esquecida, que frequentava
E que era quase tijolo
Ponto final
.
Ponto para bordar e enfeitar
Despedidas são risonhas
Inícios podem ser chorosos
por Queta
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só não me venha dizer apenas que "era engraçado". conveniente só querer saber depois, do estrago e da bagunça feita. egoísta a falta de cuidado.
ResponderExcluirno entanto, meninaisa, a fase de desespero já passou. o bordado, as colagens, os desenhos e os puxões mafaquetísticos irão pra frente. assim como o bloco, o blog, o doc e o samba!
assino aqui como mais uma daquela gente bronzeada e dulce! e tamos aí...