sábado, 17 de julho de 2010

debochando da dor

Já iam elas, fracas
Pequenas, melancólicas, com risos disfarçados
Debochando da dor, com cor, com sabor

Perguntavam-se o por quê de tanto tato, contato
Por que agradar as gentes externas?
Viver para dinheiros, para dois dias numa semana de sete

Viver para vidas que constroem para nós
Sem deixar que nós construamos as nossas próprias
Propriedades

Dormir cedo, acordar cedo, faxina, submissões
Começar vida de gentes já grandes
Universo da universidade está já ficando atrás

O mundo onde o mundo foi aberto
Os olhos que suportam o mundo, tu-dum
São tantas as pessoas, as musgas, os barulhos

Há balões grandões
Para nos puxar
Gravuras e gostos

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3 comentários:

  1. a faxina da casa de nós já começou! e vai terminar em festa julina, que eu sei.

    não existe "total imcompetência em ser gente", como tr falou. existe, ou deveria existir um cuidado, um se importar com o outro. diga se num é?

    tou por aqui, como sempre (espero estar)

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  2. é dificil ser grande nesse mundo de pequenos :/

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  3. é difícil ser pequeno nesse mundo de falsos gigantes

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